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sábado, 22 de novembro de 2014

AMOR ESPIRITUAL.

Sempre o amor
A palavra amor nos dias de hoje, possui uma vasta aplicação teórica, que a vulgariza e a torna desgastada, de difícil caracterização frente a sinceridade de quem a usa. Amar significa doar-se. Doar do que tem e sobretudo de si mesmo. Aprendeu a amar aquele que freqüentou e foi aprovado na escola da renúncia, da paciência e do perdão. Hoje, os que dizem amar, pretendem possuir, impor diretrizes, cercear ideais. Temos o que retemos e retemos aquilo a que franqueamos liberdade. Amar ao próximo constitui tal raridade nos dias de atuais, que quando surge alguém mais fraterno, logo é rotulado de puxa-saco, ou colocado entre aqueles que buscam vantagens pessoais pela bajulação. Dias há, onde encontramos dificuldade em amar até aos amigos, imaginem, os inimigos, como aconselha o evangelho. O amor doação é conquista rara de raros Espíritos, que renunciam a si próprios e seguem limpando chagas e enxugando lágrimas pelo vale dos aflitos. Quem
diz amar e ausenta-se da disciplina, não ama. Quem se diz amoroso e não se faz de enfermeiro, não ama. Ama, aquele que reconhecendo-se frágil, se faz forte para amparar a enfermidade. É comum ouvir-se jovens em confidências, dizerem: eu te amo. No entanto, não resistem ao teste da convivência um mês. O exemplo maior dessa virtude é Jesus. Se Kardec foi o bom senso encarnado, Jesus foi o amor encarnado, clarificando com a sua luz gloriosa nossas trevas espirituais. “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei.” Eis a receita para a felicidade neste mundo. Quase dois mil anos passados e o homem ainda não conseguiu adaptar-se a este mandamento, preferindo o armai-vos uns aos outros. Quando nos amaremos? Talvez a dor seja a única mestra a saber de tais perspectivas. Em um desdobramento para resgate, ocorrido em reunião de desobsessão, a médium se deslocou com a ajuda de dois irmãos desencarnados a uma região pantanosa e escura. Eis o seu relato: ... A região é muito escura, e os Espíritos colocaram uma tocha em uma árvore ressequida. Nessa árvore não há nenhuma folha. Um dos irmãos me dá uma espécie de cajado, e me manda entrar na lama com ele. Explica que esse resgate depende muito de mim, mais do que dele próprio. Começo a movimentar o cajado na lama, como a procurar algo que eu nem sei o que é. ... O cajado está preso, como se alguém o segurasse. Ele me diz: puxe! Meu Deus! É um Espírito! Ele estava sob a lama. Seu aspecto é horrível! Sinto como se algo me prendesse a esse irmão. Nós o levamos para a margem. Os irmãos vão encosta-lo em mim. É como se eu tivesse que doar oxigênio para uma pessoa que precisa desesperadamente respirar. Terminado o atendimento a médium perguntou por que dependia tanto dela aquele resgate. Foi esclarecido que em vidas passadas, ela usara aquele Espírito a seu serviço, ocasião em que o levou a cometer vários deslizes, enlameando-se nos vícios. Ela, através de reencarnações dolorosas e conscientização centralizada no esforço de subida, conseguiu sair daquele lamaçal. Ele continuava caído e sem forças. O sucesso do resgate dependia dela, do seu grão de amor já conquistado. Se esse grão não tivesse embotado, o bastão encontraria o seu antigo servo, que seria atraído pelas vibrações que dela emanariam, efetuando-se o resgate. Não quis entrar em detalhes. A médium estava chorando. A emoção costuma fazer ponto final, quando nenhuma palavra consegue expressara a realidade, muitas vezes indecifrável, de um coração que ama.

NO PENSAMIENTOS.

En la busca de la soledad he encontrado el vacío de no tener nada ,de no pensar nada y como un cántaro sin agua ,mirando como la vida pasa he descubierto de que en la quietud de los pensamientos está esa energía que me hace respirar .
Uniéndome al universo siento las hojas de los arboles del bosque hablar,el eucaliptus es talado y nadie se detiene ni ha cultivarlo ni regarlo , es por la gracia del universo que existe ,son muertos y vuelven a la vida una y otra vez a la vida.
Ahora entiendo que el secreto de la vida está en no pensar en quedar vacío esperando que crezcan los arboles del bosque en las aguas de mi alma.
Angel De Luz Chile.

LA APOMETRIA.

A atuação desse volumoso fluxo de forças (Apometria) permite que se façam verdadeiros milagres entre os espíritos, quando convenientemente aplicadas.
Por outro lado, o simples fato de tomarmos a iniciativa das ações, faz com que nos dirijamos diretamente sobre os focos maléficos dos casos em tratamento, saneando grandes concentrações de energias magnéticas deletérias. Ao mesmo tempo, podemos capturar obsessores, malfeitores, “exus”, delinqüentes de toda ordem, assim como subjugar os temíveis magos negros e neutralizar exércitos arregimentados para a prática de toda espécie de atrocidades.
E não é somente a captura dessas entidades dedicadas ao mal que vale, pois podemos, também, destruir suas bem-organizadas bases operacionais do Umbral, verdadeiras fortalezas, donde partem para suas ações nefastas, grandes levas de malfeitores, através da emissão, da nossa parte, de poderosos fluxos de energia altamente destrutivos para essas organizações.
Igualmente, por meio dessas forças manipuladas pela mente, costumamos anular os “trabalhos'' de imantação magnética inferior da magia negra, fixadas em objetos, amuletos, vestes da criatura magiada, bem assim como os alimentos que, sub-repticiamente, dão para a pessoa visada ingerir.
É totalmente impossível a anulação desses imensos processos maléficos citados acima, com a clássica sessão espírita convencional, primando pela amorável doutrina dialética de aconselhamento dos obsessores, quase sem proveito algum para o enfermo obsidiado, e, igualmente, inócuo para o obsessor, que é deixado livre, conforme podemos constatar diariamente.
Os componentes e operadores dessas sessões nem tem conhecimento dessas bases umbralinas, de onde partem essas entidades maléficas para suas investidas contra os mortais, quanto mais em possibilidades de destruí-las ! Não há possibilidade de destruí-las - mesmo se soubessem de sua existência - por absoluta falta de energia no âmbito dessas cessões.
É sempre necessário o emprego de fluxos energéticos vetoriais, a major parte de origem humana (0 vetor z), sob o comando mental do operador, a fim de que se desmonte seus contrafortes, incendeie seus alojamentos, laboratórios, prisões, usina, tal qual se faz em qualquer ato de guerra ao se defrontar com fortaleza inimiga!
Trata-se, realmente, de uma guerra. A guerra contra as Trevas que querem apossar-se integralmente do Planeta; guerra contra o mal organizado do mundo espiritual inferior, sobretudo agora, que esses seres espiritualmente inferiores estão sendo “ libertados por um pouco de tempo”, conforme o Apocalipse. Faz-se urgente, portanto, empreender ações muito mais efetivas e objetivas de parte dos trabalhadores encarnados com os espíritos, de maneira a minimizar os efeitos do mal sobre a sociedade atual.
— with Gracely Flexa and 46 others.

POLIGAMIA E INFIDELIDAD.

Iremos más allá de las dos vertientes expuestas arriba y hablaremos también del contraste entre la monogamia y la poligamia. El Libro de los Espíritus en el ítem 701 nos enseña que “La poligamia es una ley humana cuya abolición significa un progreso social. El matrimonio, según los designios de Dios, debe basarse en el afecto de los seres que se unen. Con la poligamia no hay afecto real, sino sólo sensualidad. (...)La poligamia ha de ser considerada como una costumbre, o bien una ley particular adecuada a ciertas costumbres, y que el perfeccionamiento social hace que poco a poco vaya desapareciendo.”
Y Herculano Pires completa el pensamiento exponiendo que al contrario de lo que algunos afirman el hombre no es polígamo debido a un instinto biológico y sí por un vicio resultante de etapas anteriores de su evolución. Para controlarlo es necesario el uso correcto de la razón y del libre albedrío con el objetivo de reprimir tal impulso y a través del amor conyugal y familiar sublimar su afectividad.
Tenemos que comprender que la monogamia no es sistema arcaico que existe para coaccionarnos y sí una conquista del ser humano tras torpes y dolorosas existencias. Indica elevación, entendimiento y esclarecimiento en el campo espiritual puesto que demuestra compromiso y entrega mutua, responsabilidad recíproca y el intercambio más equilibrado de las energías sexuales.
En cambio, la poligamia lleva al abandono, a la soledad y al sufrimiento. En su práctica vemos el fenómeno de la vulgarización de la sexualidad que conduce a la pérdida del propio placer y del potencial Divino encontrado en la correcta utilización del sexo.
La relación sexual es un intercambio íntimo de fluidos vitales, hormonas y energía sutil. El clímax, en el orgasmo, es el ápice en la formación de un vínculo energético entre los miembros de la pareja. Se crea, entonces, una memoria energética celular común, un evento que vincula permanentemente a los dos compañeros. Por lo tanto, deberíamos entender que la experiencia sexual conlleva a un intercambio químico, hormonal y energético profundo y que por lo tanto, lo ideal sería practicar el acto sexual con personas que sintonicen con nuestra frecuencia personal para evitar desarmonizar nuestra vibración.
“Cada vez que una persona convida a la otra a la comunión sexual, o que acepta de alguien una propuesta en este sentido, por afinidad y confianza, se establece entre los dos un circuito de energías por lo cual los dos se alimentan psíquicamente de esas energías recíprocamente.” - nos explica Emmanuel - y deberíamos tenerlo siempre en cuenta al elegir la persona con la cual tendremos relaciones íntimas, ya que el sexo no fue elaborado para el placer vulgar, sino para las emociones superiores en la construcción de las vidas.
La liberación sexual, exagerando sus licencias morales, trae trastornos serios y desarmonías profundas en muchos individuos que viven conflictivamente en razón de sus dificultades para adaptarse a las exigencias de comportamiento del momento.”El mundo vive la hora del sexo” como afirma Manuel Philomeno de Miranda, y la promiscuidad es vista como algo normal, sobre todo entre los jóvenes.
El problema es que aunque en principio pueda parecer normal, interesante y divertido, después de un tiempo empieza a cansar y puede llevar la criatura a la desesperación, a la fuga por medio del tabaco, por el alcohol, por las drogas adictivas ocasionando estados de alucinación que en algunos casos conduce el individuo al suicidio.
Nuestra conciencia habla, nos indica el camino correcto y nos alerta en cuanto al equivocado, pero muchas veces optamos por no escucharla. Nos excusamos y enmascaramos situaciones para huir de esta “voz” que nos llama a la razón.
Cuando aprendamos a respetar y tener la debida consideración hacía la función sexual tendremos entonces la mejor terapia para la manutención de nuestra salud moral.

Ingratidão

É comum se ouvir falar de ingratidão. Amigos que depois de terem privado da maior intimidade, se voltam violentos, desejando destruir. Basta uma pequena contrariedade, uma questão política, um diverso ponto de vista religioso. Eis formada a querela. O distanciamento.
Esquece-se de todos os benefícios recebidos. Dos abraços, das promessas, das alegrias repartidas e vividas em conjunto.
Esse tipo de comportamento demonstra como o homem, embora se diga humano, muito necessita crescer para se considerar como verdadeiro participante da Humanidade.
Recordamos de uma antiga lenda judia que fala de um homem condenado à morte e que ia ser apedrejado.
Os carrascos lhe jogaram grandes pedras. O réu suportou o terrível castigo em silêncio. Nenhum grito. Na sua condição, compreendia que a desgraça havia caído sobre ele e que seus gritos de nada serviriam.
Passou por ali um homem que havia sido seu amigo. Pegou uma pequena pedra e atirou na direção do condenado. Somente para demonstrar que não era do seu partido.
O pobre condenado, atingido pela diminuta pedra, deu um grito estridente.
O rei, que a tudo assistia, ordenou que um de seus lacaios perguntasse ao réu porque ele gritara quando atingido pela pequena pedra, depois de haver suportado sem se perturbar as grandes.
O condenado respondeu: As pedras grandes foram atiradas por homens que não me conhecem, por isso me calei. Mas o pequeno seixo foi jogado por um homem que foi meu companheiro e amigo. Por isso gritei.
Lembrei de sua amizade nos tempos de minha felicidade. E agora vi sua felicidade quando me encontro na desgraça.
O rei compadeceu-se e ordenou que o pusessem em liberdade, dizendo que mais culpado do que ele era aquele que abandonava o amigo na desgraça.
A lenda nos dá a nota de quanto dói a ingratidão de um amigo. Naturalmente, quanto mais estimamos e confiamos em alguém, mais nos atormentará a sua traição. A sua ingratidão.
É importante pois que examinemos nossas próprias ações, observando se não somos ingratos. Em especial com aqueles que estenderam a preciosidade da sua amizade, por longos e longos anos.
Não sejam as notas distantes de algumas rusgas que nos permitam agredir, de forma cruel, os que ontem nos sustentaram nas lutas.
Soubemos, há poucos dias, de uma aluna que, depois de ter recebido do seu mestre todo o apoio, em forma de ensino, livros, oportunidades de estágio, decidiu estabelecer uma questão judicial.
Esquecida dos tantos benefícios, das longas horas de dedicação do antigo mestre, depois de um desentendimento em que se sentiu lesada, resolveu requerer vultosa quantia como pagamento pelas horas de trabalho ao lado dele.
Olvidou o aprendizado, do quanto lhe devia por sua própria formação profissional. E mais: de quantas portas, graças à fama dele e experiência, se haviam aberto para ela.
Ingratidão. Sentimento que somente floresce nos corações enfermiços.
Moléstia do caráter que requer o remédio da compaixão.
* * *
Se alguém te retribui com a ingratidão o bem que doaste, não te entristeças.
É melhor receber a ingratidão do que exercê-la em relação ao próximo.
E se teu problema for de ingratidão dos filhos, guarda piedade para com eles e dá-lhes mais amor...
Porque a ingratidão dos filhos para com os pais é dos mais graves enganos que se pode permitir ao Espírito, em sua marcha evolutiva.
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