English French German Spain Italian Dutch Russian Portuguese Japanese Korean Arabic Chinese Simplified

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

LA PRUEBA DE LA EXISTENCIA DE DIOS.


WHAT IS GOD ?


ENERGIA CÓSMICA

ENERGIA CÓSMICA
A energia cósmica é derivada da energia divina, que, por sua vez, é o mental divino em ação constante. A energia cósmica tem um fluxo constante, tal e qual as correntes aéreas do planeta Terra, ainda que, em certos momentos, assumam a aparência de verdadeiras tempestades cósmicas. Neste estado alterado, ela influencia as energias solares, planetárias e estelares. Quando, em um dado momento, há um número muito grande de elementos em desequilíbrio, ela fica em total desarmonia vibratória, e entra em convulsão. São essas alterações que, às vezes, influenciam o clima de nosso planeta. A energia cósmica atua em todo o Universo. A constância de seu fluxo a torna uma corrente energética contínua. Não podemos dizer onde começa, e muito menos onde termina. Onde quer que a observemos, seu magnetismo é encontrado. Essa energia é de ordem negativa, se a compararmos com a energia universal. Ao usarmos o termo "negativa", o fazemos em razão de sua trajetória aparentemente desordenada: ora seu fluxo é ordenado, ora é uma verdadeira tormenta cósmica, com redemoinhos fantásticos que alcançam as dimensões de um sistema solar. Em seguida, reduz-se ao tamanho de um planeta. Isso acontece quando existe, em determinada região, um acúmulo de energias estáticas oriundas de estrelas e de planetas. Essas energias estáticas são concentrações de elétrons que tornam a energia universal um tanto quanto sobrecarregada, ou desequilibrada. Quando isso ocorre, a energia cósmica os absorve, e entra em total ebulição energética, provocando as tormentas cósmicas. Essa movimentação desordenada na corrente cósmica nada mais é do que a absorção do excesso de elétrons acumulados. A corrente contínua se sobrecarrega, entra numa agitação desordenada, e somente se acalma após a absorção total dos elétrons e sua posterior dispersão no fluxo contínuo. Essa dispersão significa que os elétrons, sem núcleos a segurá-los numa órbita estável, serão espalhados ao longo de bilhões e bilhões de quilômetros-luz do Universo. Somente nos sistemas (planetários, solares ou este lares) onde houver deficiência desses elétrons, haverá a descarga, pois a função da energia cósmica é exatamente a de purificar os locais onde exista o acúmulo, conduzindo-o para onde haja deficiência. O excesso de elétrons coloca o sistema estelar em desarmonia, alterando seu poder gravitacional, assim como o poder de pulsação cósmica. Sim, todo o cosmos possui um sistema de inspiração e expiração, tal qual o sistema respiratório-circulatório do ser humano.
Se, numa inspiração, o corpo estelar se sobrecarrega, e surge em seu interior, áreas de
acúmulo energético, ele entra em desarmonia vibratória. Na expiração, ou movimento energético de dentro para fora, o acúmulo é expelido e é lançado na corrente contínua de energia cósmica, que sofre alterações em seu magnetismo, entrando em estado tempestuoso. Existe também, a produção constante de átomos energéticos em função da própria metarmofose energética dos corpos celestes. Se, em dado momento, um desequilíbrio vibratório se forma, o excedente precisa ser retirado para que cataclismas energéticos não sobrevenham. Essa metamorfose, ou química energética, é responsável pelos abalos sísmicos que tantos danos produzem em nosso planeta. Quando o corpo (planeta, satélite ou estrela) já não consegue reter o excedente dentro de si com sua força de atração gravitacional, ele é expelido de forma violenta e incontrolável, até que o interior volte a equilibrar-se energeticamente. É bom que se diga que um corpo celeste também é absorvente de energias (cósmica, universal, celestial, estelar, galática e solar), que o sobrecarregam, até que se formem verdadeiros veios energéticos. Quando isso acontece, a química, ou metamorfose energética, tem início. Logo o corpo começa a sofrer de inchaço energético. A partir disso, surgem os furacões, tufões, ciclones, maremotos, secas, chuvas, vendavais, etc. Estas tormentas nada mais são do que a explosão desses acúmulos intra-corpo (planetários). Quando essas ondas energéticas alcançam a superfície do corpo (planeta), podemos sentí-las de forma desordenada pelas turbulências que causam nos elementos que o compõem: Água, Ar, Terra e Fogo. Com o experimento desse acúmulo, toda uma região entra em desarmonia vibratória, e as catástrofes advêm com suas intensidades características. Mas, pouco a pouco, a energia universal o absorve, até que, de forma ordenada, ele saia do corpo de atração gravitacional, e fique disperso no vácuo cósmico. Ali, ele perde sua força ativa, e torna-se energia estática, até que o acúmulo se torne tão intenso, que desperte, por atrito, a energia cósmica, e seja absorvido por sua corrente contínua. A partir daí, ele será levado de forma constante até uma região do Universo onde a energia universal esteja deficiente em seu grau vibratório. O gráfico situa estes graus, mas insistimos, "energia", existe apenas uma!. O que a diferencia são seus graus vibratórios:
Se assim procedemos, é para darmos uma noção didática de como nos situamos perante as energias que existem à nossa volta, apesar de não incluirmos as energias dos elementos formadores do nosso planeta. Também não é possível visualizá-las num gráfico, mas se o fizemos foi para podermos demonstrar como elas se distribuem. A energia divina se divide em cósmica (ou ativa), e universal (ou perene). A energia celestial energiza apenas corpos celestes, e não o vácuo que existe entre uma galáxia e outra, ou mesmo entre dois corpos de um mesmo sistema solar. A energia galática é a energia que a mantém ordenada. A energia este lar é aquela que se forma a partir da produção de elétrons em grande quantidade, em função da queima do seu núcleo energético desequilibrado.
A energia solar é a incandescência dos elementos "Fogo", e vários outros elementos desconhecidos do ser humano. O choque da fusão, ou mistura desses elementos, provoca ondas magnéticas, energéticas, vibratórias e coloridas, que influenciam os planetas que gravitam em sua órbita de atração gravitaciona1. Quando abordarmos a energia solar, falaremos mais detalhadamente desse amálgama de elementos. A energia planetária é função da absorção de várias energias, somadas à química energética dos quatro elementos originais que compõem o todo planetário. Adicionamos as energias humana e espiritual para que pudéssemos fazer o ponteiro de determinado aparelho regredir do ponto zero para uma escala infinitesimal (menos zero), até o número negativo, de magnitude 0,00000001. Talvez este número não seja correto, pois embora ele se ajuste à finalidade para a qual o propomos - a comparação -, pode estar refletindo apenas uma aparência, e não a realidade. Mas como o mental humano aceita apenas construções que tenham forma, e que sejam compreensíveis, criamos esta escala arbitrária que é perfeitamente inteligível, e que nos permite demonstrar as energias dos planetas, sistemas solares, este lares e galáticos. Como estamos falando aqui de energias, tomamos a liberdade de criar uma escala, onde, da energia celestial para baixo, já nos foi possível observá-las no visor de determinado aparelho que está em nosso poder num centro de estudos do Grande Oriente Luminoso (observação do espírito Copérnico) - N.A.M .. Bem, feito este apêndice na nossa abordagem da energia cósmica, voltemos a ela. Como a escala demonstra, a energia cósmica é um dos dois pólos da energia divina. Aleatoriamente, nós a classificamos como negativa em função de, no macro (Deus), a encontrarmos em correspondência com a energia negativa do homem (micro). Sim, o homem tem a compor o seu todo carnal e energético, um polo positivo e outro negativo. Logo, o macro tem na energia cósmica o seu polo negativo, e na energia universal, o positivo. Se o polo negativo do homem o movimenta, e lança seu emocional em vibrações desordenadas que lhe despertam as sensações viciadas, até que não mais possa dar vazão ao seu acúmulo, temos que a energia cósmica é, no macro-cosmo, negativa, pois ela assume a aparência de tormentas energéticas cósmicas sempre que há um acúmulo de elétrons numa determinada região do Universo. Enquanto não houver a dispersão total deste acúmulo, as tormentas não cessarão.
É o mesmo processo que acontece no ser humano: enquanto as vibrações desordenadas não forem descarregadas do nosso todo espiritual (aura), estaremos suscetíveis a explosões emocionais (cataclismas) tais como: choro, histeria, ódios, revoltas, etc., etc., etc.
No Universo, tudo é igual em forma, meio e fim, assim como no seu princípio. As leis são as mesmas, tanto no micro quanto no macro, e assim sendo, se o acúmulo de energias no interior do planeta causou um cataclisma (explosão emocional), este terá fim somente quando se esgotar todo o acúmulo energético (esgotamento nervoso) e voltar, o corpo, ao seu estado energético (vibratório) natural. Não existe diferença entre o funcionamento de um átomo, de uma célula humana, de um ser humano, ou do Universo. Os processos são idênticos, pois tudo é energia, e nós não passamos de uma molécula energética viva, no vivíssimo todo divino, que é Deus. Um planeta não é outra coisa que não a concentração de vários graus de energia dos elementos que o compõem. A Terra é um exemplo disso. Sabemos que Água, Ar, Terra e Fogo são os seus componentes, sustentados na forma planetária pelos diversos graus das energias universal, celestial, galática, estelar e solar, que se estabilizam e lhe dão uma forma sólida (condensada), de várias gradações energéticas, formando o seu amálgama.
Por isso, se Deus é uno na origem, é dividido na forma ("+" e "-"), porque somente do choque de duas energias se faz a luz (Vida), ou se movimenta algo mais leve em tomo de algo mais pesado (gravidade), ou se solidifica algo etérico (corpos celestes), ou se consegue misturar vários elementos que, puros na origem, quando misturados passam a dar forma a outros tantos tipos de energias (vegetal, animal, aquática, etc ...). Classificamos a energia cósmica, que circula por todo o Universo, como sendo uma corrente contínua. Ela entra em ebulição energética (tormentas cósmicas) apenas se a energia universal estiver viciada em alguns dos seus pontos. O excesso de elétrons (vibrações energéticas emocionais do macro) acumulados é absorvido por esta corrente. Posteriormente, é descarregado no espaço sideral, para que alcance outros pontos onde haja falta de elétrons.
N.A.: Usamos aqui o termo "elétron" em função de não conhecermos outro termo que tomasse nossas abordagens mais claras.

ENERGIA CELESTIAL

ENERGIA CELESTIAL
A energia celestial é a energia que, como se fosse uma capa grossa, envolve um corpo celeste. Esse cinturão pode ser visto como a aura de um planeta, embora não seja exatamente isso. Ele não tem cor, e o que vemos é o resultado do amálgama das cores dos elementos que o compõem. A função principal da energia celestial é proteger um corpo celeste das oscilações bruscas na corrente contínua de energia cósmica. Estas, em certos momentos, chegam com excesso de elétrons que, caso não sejam necessários ao corpo em questão, ficam acumulados nesse cinturão, até que a energia universal os envie ao vácuo, de onde serão levados mais adiante, onde se façam necessários num corpo deficiente. Observem agora, a correspondência entre um corpo celeste e um corpo humano;
1 - Ambos possuem um cinturão de energia a protegê-los;
2 - No corpo celeste chama-se cinturão; no humano, aura;
3 - No celeste, este cinturão impede a entrada de elétrons; no humano, a aura impede a entrada de irradiações negativas;
4 - Os possíveis buracos no cinturão são causados de dentro para fora, em função de desequilíbrios na natureza planetária; no homem, em função de desequilíbrios emocionais;
5 - No corpo celeste, quando o cinturão é perfurado de dentro para fora, abre-se um buraco que dá passagem à energia cósmica viciada pelas sobrecargas de elétrons, o que trará desequilíbrios à energia planetária; o mesmo acontece com o ser humano quando o seu emocional entra em desarmonia, e a aura fica segmentada;
6 - No corpo celeste com um cinturão completo (sem buracos), a energia cósmica não penetra, mas o sobrecarrega, apagando a cor do planeta, pois a energia celestial não tem cor; o mesmo acontece num ser humano, onde a aura reflete apenas a cor dos nossos sentimentos (energias internas do ser humano vibrando no seu emocional), que adquirem os mais variados matizes;
7 - Um desequilíbrio muito grande no globo (vulcões, ciclones, cataclismas, tufões, etc.), pode provocar a saída de energias viciadas do interior do planeta para que o todo planetário não fique desequilibrado. Nesse instante, a energia universal, que não aceita viciação energética, começa a conduzir estas energias para fora do cinturão, até que elas se esgotem por completo. Só então, a saída aberta é fechada. O mesmo ocorre num ser humano que tenha um órgão doente, ou um ferimento exposto: assim que cessam as vibrações de dor, ou desarmonia
vibratória física, a aura se fecha, e o emocional volta a vibrar equilibradamente. Com isto esclarecido, chegamos à conclusão lógica de que o cinturão de energia celestial, que reveste todos os planetas e satélites, e até mesmo as estrelas, é uma proteção para tudo o que está contido em seu interior, desde seres viventes, até as mais variadas formas de energias condensadas (formas sólidas resultantes da união dos elementos que o compõem, enquanto corpo visível). Se dizemos que um corpo nada mais é que uma condensação de energias, temos nossas razões.
Um pedaço de qualquer substância pode ser decomposto em átomos que possuem suas energias próprias. Se estão estáveis, é porque a energia planetária e a força gravitacional os mantêm nesse estado de passividade. Se denominamos essa energia de "celestial", é porque, em todos os corpos celestes por nós analisados e estudados, ela apresenta o mesmo grau na escala infinita de potência apresentada na descrição da energia cósmica. Encontramos algumas variações em planetas com sérias desarmonias internas. A Terra é um desses planetas que apresentam vários buracos provocados por explosões nucleares, monóxidos e dióxidos de carbono lançados no ar, além da indiscriminada devastação de sua natureza vegetal, que tem por função absorver o excesso de energias viciadas. Caso não saibam, são estes desequilíbrios constantes que alteram o cinturão de energia celestial que protege o nosso planeta. A Lua, por não ter um cinturão de energia celestial a protegê-la, é estéril e não possui qualquer tipo de natureza vegetal ou aquática, ainda que tenha condições de tê-las, caso a energia divina venha, um dia, a imantá-la com tal cinturão protetor, pois é este cinturão que protege a Terra das irradiações desordenadas que circundam à sua volta constantemente. Mas, no espaço sideral, não existe abundância de energias elementais, e sim excesso de energias cósmicas viciadas oriundas dos corpos celestes, e que nele (o vácuo) foram lançadas pela perene energia universal, que tem na sua vibração inalterada os meios para retirar os excessos do interior do cinturão protetor. Sim, quando um excesso de energias se forma a partir de um elemento, o meio ambiente sofre alterações bruscas, e todo o clima é alterado. Porém, a energia universal, existente até na menor parte de um átomo, começa a sua ação reequilibradora. Em alguns casos isto acontece de forma calma e ordenada, mas na maioria das vezes o processo é violento (tufões, furacões, abalos sismicos, etc.). As chuvas ou secas prolongadas, são formas de se esgotar um acúmulo de energias de forma branda.
Nos casos de seca, esta se inicia pelo acúmulo de calor provocado pela ausência de vegetação, o que torna o ar seco, ou pela ausência da energia aquática em uma determinada região. Enquanto não houver equilíbrio energético entre Água, Ar e Fogo, a seca se prolongará. Os desertos, onde existe abundância de Ar e Fogo, e ausência do elemento Água, enquanto
energia, são casos típicos. O orvalho que se acumula nos vegetais, nada mais é que a ausência do elemento Fogo nesta composição energética. O ar, impregnado de água, vai umedecendo as folhas na sua passagem. A tendência da água é descer, por ser mais pesada que o ar. Se, durante o dia, isto não acontece, é porque a energia do Fogo não permite a aglomeração das moléculas de água no ar. Mas, assim que o Sol se põe, elas começam a se depositarem nas plantas, ou na terra. Tudo tem uma ordem! Basta sabermos como são os elementos originais para sabermos como agirão suas energias, na ausência ou na presença, de um ou mais desses elementos em determinada área. Isso tem muito a ver com o cinturão de energia celeste: se uma região tem um excesso de acúmulo energético, a energia universal irá atuar sobre ele, lançando-o, através do cinturão, no vácuo do espaço sideral, de onde será carregado pela corrente contínua de energia cósmica. Agora, saindo um pouco do planeta Terra e nos deslocando para outros corpos celestes, vamos encontrar planetas com formações diferentes do nosso. Nesses planetas, os elementos predominantes podem não ser aqueles quatro que formam o nosso planeta; aí estão presentes, e em quantidades enormes, outros elementos ainda desconhecidos do ser humano. Reconhecemos apenas aquilo que se assemelha às nossas condições: oxigênio, água, vegetação, etc. Onde os elementos predominantes são outros, as energias também o são, e as aparências e matizes são diferentes. Porém, os cinturões de energia celestial são compostos como no planeta Terra. Em todos os planetas que foram pesquisados, e que puderam ter seu cinturão detectado, a reação energética, na forma de vibrações, é a mesma que encontramos na Terra. Concluímos que essa energia celestial é a mesma em todos os corpos celestes do Universo, e se chegamos a esta conclusão, foi por encontrá-la até mesmo em corpos fora do sistema solar, e em outras galáxias longínquas. Em todos, a função é a mesma, ou seja, proteger o corpo contido no seu interior. Mas essa energia celeste tem outra função da maior importância para os corpos celestes: é esse cinturão energético que não permite que o planeta seja absorvido pela gravidade do Sol; se ela é muito forte, também tem limitações na sua atração, pois a energia celeste bloqueia sua força de atração, firmando-se na repulsão que é exercida pelo amálgama das energias contidas no interior do Sol. São as explosões solares, tão conhecidas dos físicos e astrônomos!
Elas emitem ondas energéticas e luminosas, e é sobre esse oceano de vibrações, que os corpos celestes do sistema solar encontram seu ponto de apoio, devido a suas densidades relativas e pesos energéticos específicos.
Como tudo no Universo é energia, a lei da gravidade, assim como a atração gravitacional, que nada mais é do que magnetismo, também têm limitações. Um corpo celeste somente penetra no campo de atração de outro corpo celeste até onde seu peso e densidade lhe permitem, enquanto aquele que o está atraindo, somente consegue absorve-lo até onde possa superar sua força de repulsão, ou irradiação energética, vibrante, magnética, luminosa e colorida (E.V.M.L.C.), que vibra a partir do seu interior. A Lua não é atraída para a Terra devido a esse princípio que atua tanto no macro, quanto no micro. É bom que fique claro que uma lei que serve para regular a vida de um microorganismo, também se aplica ao Universo, pois se Deus é duplo (dual) na manifestação energética (cósmica e universal), não o é no princípio. E tudo é baseado em princípios muito bem definidos, e imutáveis. Logo, nós também temos um poder de atração magnética (gravidade). Temos, igualmente, um cinturão de energia celeste protegendo nosso corpo, pois toda condensação de energia é protegida por um cinturão de energia celestial, que evita que ela se torne fluídica, ou sem um campo específico a delimitá-la. A energia celestial é um desdobramento da energia universal, que está em tudo, e em todos, de forma perene e constante. Tudo, e todos, possue dois pólos (positivo e negativo), e ela é o polo positivo, ou mantenedor, das criações divinas que surgem a partir das vibrações do mentor divino.
O cinturão de energia celestial surge assim que dois átomos se unem, como um óvulo e um sêmen que se unem para dar continuidade ao princípio divino que diz: "Crescei e multiplicai sem temor algum, pois tudo nasce de mim, e o que, ou quem, nascer de mim, e em mim, eu o sustentarei por todo o sempre, se viver de acordo com meus imutáveis princípios".

terça-feira, 25 de novembro de 2014

ENERGIA DIVINA

ENERGIA DIVINA
A energia divina é original e anterior a tudo. Ela se espalha por todo o Universo, imantando a tudo e a todos. Um átomo contém essa energia; um gene também a contém; todas as galáxias são inundadas por essa mesma energia. Nada limita sua ação, pois tudo o que existe foi criado a partir dela. A energia divina é a fonte de tudo o que está contido no Universo. Quando dizemos que o Universo é o corpo divino, é porque assim o é. Nada existe sem Deus, e tudo o que existe está contido n'Ele. Se observarmos longínquas galáxias, entenderemos o sentido do infinito ser divino. Umas são espiraladas, outras são aglomerados, etc., mas todas têm algo em comum: contêm estrelas, sóis, planetas, satélites, poeira cósmica, etc., etc., etc .. No Universo, mudam as aparências, mas a essência é sempre a mesma. Isto se deve ao fato de haver apenas uma origem. Tudo existe em função da energia divina, que a tudo origina, vivifica e sustenta. Ela é sutil e poderosa; é geradora incessante de novos mundos; é sustentadora de tudo o que sempre existiu, e jamais deixará de existir. Ela sustenta a harmonia do Universo, assim como da menor de suas partículas. Existem duas maneiras de percebê-la: através da contemplação, e do tato. Ao contemplarmos a natureza à nossa volta, o espaço sideral, o firmamento estrelado numa noite clara, a maravilha que é a reprodução de uma semente, etc., estamos visualizando um pouco dessa energia. Ela assume formas e aparências admiráveis e maravilhosas. Ao contemplarmos uma longínqua estrela, lá ela estará; se contemplarmos o nosso semelhante, também ali ela estará, e sequer nos damos conta disso. Deus não é um ser, mas tão somente isto: uma, e a única, Energia Original.
Energia não tem forma, portanto Deus não pode ser modelado numa imagem. Mesmo o tão decantado Fogo Divino não é Deus, pois se o Fogo existe, algo anterior a ele deve tê-lo gerado, e isto é a energia divina.
O Livro das Energias Nada é original, além de Deus, a energia ancestral que a tudo gerou.
Deus está vivo e atuante até mesmo nas bordas do Universo, se bordas existirem. Também está no átomo mais ínfimo. Portanto, Deus está em tudo, e tudo deve ser visto como parte de Deus. O aforismo místico "Eu sou você por inteiro, e você é parte de mim", aplica-se a Deus-energia. O homem é parte desse Deus Vivemos porque somos animados por essa energia macro e microcósmica, ao mesmo tempo. Enquanto ela sustenta o Universo, também sustenta a vida do menor microorganismo; enquanto energiza um sol, também energiza um átomo que mantém seus elétrons girando à sua volta, incessantemente . Se desintegrarmos esse átomo, um corpo menor ainda se nos apresentará em seu lugar, pois, se o Universo é o infinito, a menor partícula pode ser encontrada não pode ser encontrada. E, se assim é, é porque assim é Deus: o micro e o macro. Os aparelhos humanos podem dividir o átomo em muitas micro partículas quando cessar seu poder de divisão, ainda restará algo de tamanho tão pequeno, que sequer poderemos nominá-lo. Assim é Deus-energia! Ele é origem, meio e fim. Não é possível reduzir ao nada o núcleo de um átomo. No limite, ele sairá do alcance da mecânica humana, e integrar-se á ao todo energético universal, continuando a existir numa escala, dimensão ou plano fora do nosso conhecimento. Voltando ao aforismo místico, concluímos que somos seres (partículas) contidos num todo muito maior e imensurável, tanto em formas, quanto em imagens. Nós, seres humanos, não somos os únicos a conter essa energia neste abençoado planeta, e muito menos no Universo. Muitas e incontáveis formas contêm também, mais do que conhecemos e codificamos dentro do espectro de nossa lógica.
Um ser que viva num determinado planeta localizado nas Plêiades também a contém, mesmo que ele nos pareça totalmente estranho, e que tenhamos dificuldade em aceitá-lo como um ser animado. Ele o é, e por essa mesma energia que nos sustenta, tanto na carne, quanto no espírito, tanto na Luz, quanto nas Trevas.
Ainda que não estejamos capacitados a entrar em contato com outros tipos de vida
que existem no Universo, através de nossos sentidos e da nossa ciência mecânica, não significa que eles não existam. Tanto existem que, em espírito, nos é possível entrar em contato com alguns tipos que habitam planetas do nosso próprio sistema solar, apesar de serem invisíveis aos olhos da carne, e imperceptíveis aos aparelhos criados pela ciência humana. Mas eles existem, e esta é uma verdade que o homem comprovará somente quando atingir a quinta esfera ascendente. Tal comprovação ainda não será plena, pois tais contatos são permitidos apenas com autorização superior . Mas, de volta à energia divina, podemos acrescentar que ela não é mensurável, mas apenas sensível. Podemos senti-Ia de muitas maneiras. Nos momentos de grande reflexão interior, é-nos mais fácil percebê-la. Ao nos recolhermos para a prece e nos integrarmos ao mental de Deus, vamos sendo envolvidos, pouco a pouco, por ondas energéticas, luminosas e coloridas que alteram todo o nosso magnetismo e vibração. À medida que vamos nos afastando do materialismo ateu, nosso ser imortal vai se elevando nas muitas faixas vibratórias, captando com mais facilidade essa energia que existe em nós, e à nossa volta. Embora a energia divina que anima nosso ser imortal esteja um tanto quanto viciada, devido à vivenciação de sensações características de escalas vibratórias muito baixas, apenas sua libertação dessas viciações o elevará para que possa, pouco a pouco, captar uma quantidade maior dessa energia. Os vícios atuam como filtros poderosos a vedar a entrada dessa energia divina, pois ela não penetra em nosso ser imortal pelos pontos de força (chacras), mas sim pelo cordão mental que nos une ao mental divino. Todo ser vivente possui esse cordão, que parte do seu mental superior e se perde no espaço infinito. Esse fio sai do mental e liga-se à mente humana, sendo chamado de "Pio da Vida". Caso ele se rompa acidentalmente, advem a morte prematura. Mas o fio também é rompido pela Lei, quando o tempo de alguém se esgota na carne. Muitos confundem "mental" com "mente". Mental é a sede do todo espiritual, e traz em seu interior, a herança genética divina que guiará sua evolução e ascensão rumo ao seu "fim". A mente é a capacidade do mental, transposta para a parte do corpo carnal denominada "cérebro". É no cérebro que está localizada a mente humana. É nesse "mental" carnal que vivenciamos as coisas da carne, pois ele é o receptáculo codificador e ordenador das sobrecargas e das descargas decorrentes das sensações da carne. É através da ligação mental-ancestral ao cérebro, que a vida na carne se sustenta. Se rompermos esta ligação sutil, todo o corpo humano perecerá imediatamente, porque, sem as vibrações do mental superior, nossas funções mecânicas, circulatórias e respiratórias cessam de imediato.
Template Rounders modificado por ::Blogger'SPhera::
| 2008 |